2025.0007300 TEA - ABA - NATJUS TJMG

dc.contributor.authorNATJUS TJMG
dc.date.accessioned2026-05-26T18:36:46Z
dc.date.available2026-05-26T18:36:46Z
dc.date.issued2026-05-07
dc.description.abstractA nota técnica reconheceu que intervenções precoces e multidisciplinares para TEA possuem respaldo científico, especialmente abordagens comportamentais como ABA e modelos naturalísticos, mas destacou que não há evidência robusta de superioridade de um método sobre o outro. O parecer também ressaltou que cargas terapêuticas excessivas, como as 16 sessões semanais solicitadas, podem ser inadequadas e prejudicar o convívio familiar e social da criança. O documento concluiu que consultas trimestrais com psiquiatra infantil são adequadas, mas afirmou não existir evidência científica suficiente para recomendar o uso de canabidiol no tratamento do TEA, destacando ausência de consenso na literatura médica sobre eficácia e segurança para sintomas comportamentais e neuropsiquiátricos relacionados ao transtorno.
dc.identifier.urihttps://bd.tjmg.jus.br/handle/123456789/17751
dc.title2025.0007300 TEA - ABA - NATJUS TJMG
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