2025.0007300 TEA - ABA - NATJUS TJMG
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Data
2026-05-07
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Resumo
A nota técnica reconheceu que intervenções precoces e multidisciplinares para TEA possuem respaldo científico, especialmente abordagens comportamentais como ABA e modelos naturalísticos, mas destacou que não há evidência robusta de superioridade de um método sobre o outro. O parecer também ressaltou que cargas terapêuticas excessivas, como as 16 sessões semanais solicitadas, podem ser inadequadas e prejudicar o convívio familiar e social da criança.
O documento concluiu que consultas trimestrais com psiquiatra infantil são adequadas, mas afirmou não existir evidência científica suficiente para recomendar o uso de canabidiol no tratamento do TEA, destacando ausência de consenso na literatura médica sobre eficácia e segurança para sintomas comportamentais e neuropsiquiátricos relacionados ao transtorno.