NT 2025.0009075 TDAH, TEA Lisdexanfetamina 70mg, Acido valproico e Pireciazina - NATJUS TJMG

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2026-04-15
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Resumo
Aqui está o texto organizado de forma técnica e clara, eliminando as repetições e erros de grafia para facilitar a compreensão do parecer: Resumo Técnico: Antipsicóticos no TEA e Controle do Comportamento Referência: Nota Técnica Nº: 9075/2025 NATJUS-TJMG 1. Indicações e Uso Clínico A risperidona e o aripiprazol são medicamentos antipsicóticos utilizados para o controle do comportamento em casos específicos, especialmente quando há associação com deficiência intelectual (retardo mental). No contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA), a risperidona é indicada para reduzir: Crises de irritação e agitação; Agressividade e autoagressão deliberada; Crises de raiva e angústia; Mudanças rápidas de humor (labilidade emocional). 2. Mecanismo de Ação (Risperidona) A risperidona é um antipsicótico atípico que atua como antagonista dos receptores de: Dopamina Serotonina Esses neurotransmissores são fundamentais na regulação da ansiedade e dos comportamentos agressivos no sistema nervoso central. 3. Alternativas Farmacológicas e Comparativo O texto destaca as opções para o controle comportamental no Brasil: Risperidona: Possui indicação em bula e está disponível no SUS. Pireciazina (Neuleptil®): Indicada para autismo, psicose e distúrbios de personalidade (agitação e hostilidade). Nota: Não está disponível no SUS, mas o parecer indica que pode ser substituída pela risperidona (da mesma classe de antipsicóticos) sem prejuízos ao tratamento. Outras Opções no SUS: Para a abordagem de condições correlatas, a rede pública oferece: Antidepressivos tricíclicos (Amitriptilina e Nortriptilina); Antipsicóticos (Risperidona). 4. Conclusão e Observação Jurídica/Administrativa O parecer ressalta que, para a solicitação de medicamentos fora da lista do SUS, é necessário que o solicitante apresente justificativas técnicas válidas. Pontos de atenção: No caso analisado, não foram apresentadas justificativas (como eventos adversos, intolerância ou contraindicações) que comprovem a impossibilidade de uso das drogas disponíveis na rede pública (especialmente a risperidona).
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