NT 1781 2020 - Tumor neuroendócrino de jejuno - NATJUS TJMG

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Data
2020-04-30
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Resumo
trata-se de paciente de 73 anos, em tratamento oncológico no Hospital Márcio Cunha, com diagnóstico de neoplasia malígna de jejuno, tumor neuroendócrino bem diferenciado g1; Ki67 de 1%, com estágio clínico atual T3N1M1, agrupamento IV diagnosticado em 24/02/2019. Não há diretrizes do SUS para tratamento do TNE, existindo a opção do tratamento com quimioterapia paliativa para apudoma na doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada, em cardiopatia associada a síndrome carcinóide ou em TNE (03.04.02. 011-7 - QUIMIOTERAPIA DO APUDOMA/TUMOR NEUROENDÓCRINO AVANÇADO). Os análogos de somatostatina, lanreotida e octreotida, já estão incorporados os SUS para o tratamento de acromegalia e gigantismo hipofisário. A CONITEC ao avaliar a incorporação de lanreotida no tratamento de TNE foi unanime em não criar um novo procedimento específico para tratamento desta doença com lanreotida, entendendo que já existe procedimento no SUS para tratamento desses tumores. Ainda destaca que o principal efeito desses medicamentos é a estabilização dos tumores em relação à conduta expectante medida por critério radiológico, não se observando regressão da doença ou efeito na sobrevida global.
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Palavras-chave
Lanreotida autogel, Tumor neuroendócrino de jejuno
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