2025.0007807 - Entresto - Dapagliflozina - Apixabana - NATJUS TJMG
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Data
2026-02-02
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Resumo
Atualmente, apesar da ampla variedade de anticoagulantes para a
profilaxia e tratamento de diversas situações trombóticas, não se dispõe, no
momento, de um anticoagulante ideal, completamente seguro, com
farmacocinética, farmacodinâmica previsível, posologia simplificada,
reduzida interação medicamentosa, e sem necessidade de monitorização
laboratorial. Existem poucos estudos intervencionistas de alta qualidade
sobre a segurança da terapia anticoagulante em idosos com fragilidade.
Cada paciente idoso com fragilidade é único. Os pacientes devem portanto
ser avaliados individualmente.
O sucesso do tratamento anticoagulante está muito mais influenciado
pela educação do paciente e/ou familiares e cuidadores, do que pela escolha
específica do anticoagulante oral per se. As diretrizes atuais reconhecem a não inferioridade e nem
superioridade dos novos anticoagulantes orais em relação a varfarina, e
deixam a cargo do médico prescritor a opção pelo tratamento tradicional ou o
uso dos novos agentes anticoagulantes.
Mais estudos são necessários para que se estabeleçam os perfis de
pacientes realmente mais favoráveis ao uso dos NACO’s, levando-se em
conta a relação de custo/efetividade, principalmente considerando a alta
demanda judicial para fornecimento / custeio público dos NACO’s, e pelo fato
de que a anticoagulação oral está indicada para fração expressiva de
pacientes em diversas situações clínicas.