TEA ABA - NATJUS TJMG

dc.contributor.authorNATJUS TJMG
dc.date.accessioned2026-05-21T12:54:25Z
dc.date.available2026-05-21T12:54:25Z
dc.date.issued2026-05-19
dc.description.abstractO Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento com diagnóstico puramente clínico, caracterizada por déficits na comunicação social e padrões comportamentais repetitivos.A eficácia comparativa da intervenção comportamental intensiva precoce (ICIP) e das intervenções comportamentais de desenvolvimento naturalistas (ICDN) para crianças com transtorno do espectro autista é complexa. Tanto a ICPI (Método ABA) quanto as ICDN ( Método Denver) produzem melhorias pequenas a moderadas no comportamento adaptativo,no funcionamento cognitivo e na linguagem, mas nenhuma das abordagensdemonstra superioridade clara sobre a outra em ensaios randomizados dealta qualidade. Embora intervenções intensivas (mínimo de 20 horas/semana por 2-3 anos) sejam frequentemente recomendadas, a evidência que apoia essas recomendações é limitada principalmente a estudos quase-experimentais pequenos.Em ambas as abordagens são baseadas em evidências, mas a força das evidências é modesta e são necessários mais ensaios rigorosos para esclarecer os modelos de intervenção ideais, aintensidade e os resultados a longo prazo. Não estão indicados regimes com alta carga horária de terapias que além de apresentarem evidência de eficácia privam o paciente doconvívio familiar.ntervenções, como musicoterapia e melatonina para distúrbios dosono, têm evidência limitada, mas podem ser consideradas em casos específicos. Não há evidência para tratamentos como agentes antifúngicos, imunoterapia ou oxigênio hiperbárico, e a terapia de quelantes é contraindicada devido ao risco de danos.Para sintomas associados, como irritabilidade e agressividade, antipsicóticos de segunda geração (risperidona e aripiprazol) podem ser utilizados, sendo aprovados nos EUA para esse fim, mas commonitoramento rigoroso dos efeitos adversos metabólicos .No caso em tela são solicitadas 34 horas de terapias semanais , levando-se em conta o tempo de descanso, sono, higiene, alimentação , deslocamento para as terapias e convivência familiar esta proposta não está de acordo com a literatura.Embora intervenções intensivas (mínimo de 20 horas/semana por 2-3 anos) sejam frequentemente recomendadas, a evidência que apoia essas recomendações é limitada principalmente a estudos quase-experimentais pequenos.As consultas com psiquiatria estão bem indicadas.Quanto a necessidade do Assistente Terapêutico dever ser avaliado através de perícia especializada.
dc.identifier.urihttps://bd.tjmg.jus.br/handle/123456789/17735
dc.titleTEA ABA - NATJUS TJMG
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