NT 2022.0002650 DRGE manometria e Phmetria - REFLUXO GASTRO ESOÁGICO - NATJUS TJMG

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Data
2022-02-08
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Resumo
trata-se paciente 59 anos, com suspeita de DRGE. Apresentando pirose com regurgitação e úlcera gástrica. Submetida a endoscopia digestiva, ao uso de inibidores de bomba de prótons como omeprazole e domperidona, além de orientações de hábitos e alimentos. Solicita-se manometria e phmetria de esofago para diagnóstico, prognóstico e avaliação de indicação cirúrgica. A phmetria e a manometria esofágicas não estão disponíveis no SUS e no presente caso, não foram apresentados dados que preencham os requisitos de indicação absoluta aos exames. O tratamento clínico é a norma no controle dos sintomas; entretanto, o grande problema é manter os pacientes assintomáticos. A droga de escolha para abordagem da DRGE é IBP. O SUS oferece a omeprazol por meio do CBAF, como a primeira linha de cuidado medicamentoso do sistema. Em que pese a grande contribuição dos IBP no tratamento da DRGE, 20 a 42% dos pacientes não respondem de maneira satisfatória, é a chamada DRGE refratária. As primeiras causas da DRGE refratária são: pirose funcional, falta de aderência ao tratamento, erro de prescrição, diferenças genotípicas, refluxo gastroesofágico não ácido, doenças autoimunes, esofagite eosinofílica e erro de diagnóstico. No caso em tela, não menção a resposta ao tratamento e vale ressaltar que a paciente em questão apresenta quadro de úlcera gástrica, que pode estar relacionada aos sintomas. O tratamento cirúrgico é indicado para os pacientes que requerem uso contínuo de fármacos, que são intolerantes aos fármacos, os que não respondem adequadamente ao tratamento clínico prolongado e nas formas complicadas da doença e naqueles com manifestação extraesofágica sem resposta a terapêutica clínica.
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Palavras-chave
Manometria e pHmetria, REFLUXO GASTRO ESOÁGICO
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