NT 2023.0004306 Hipogonadismo hipogonadodrófico NATJUS TJMG

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2023-11-26
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Resumo
A forma ideal de reposição deve contemplar características de segurança, conveniência, liberação adequada da substância com princípio ativo, flexibilidade de doses e eficácia, e as formulações assim diferem em vários aspectos, que incluem perfil de segurança, via de administração, dosagem, intervalo de uso e apresentação. As formulações de apresentação disponíveis são oral, intramuscular, adesivo e gel transdérmico, todas com o mesmo efeito. A formulação intramuscular é o cipionato de testosterona (Deposteron), solução injetável oleosa, administrado a cada duas ou três semanas. Sendo uma preparação de curta ação, permite sua retirada em caso de efeitos adversos. Com seu uso pode ocorrer flutuação dos níveis de testosterona e com níveis supra e subfisiológicos da testosterona sérica. A grande variação das concentrações séricas de testosterona pode ocasionar efeitos secundários, entre eles a policitemia e a ginecomastia. Esat droga está disponível no SUS por meio do CEAF para tratamento dos pacientes que atendem aos critérios estabelecidos pelos PCDT da Deficiência do Hormônio do Crescimento - Hipopituitarismo e da Síndrome de Turner, publicados em 2018 e também na transexualização, conforme portaria do Ministério da Saúde de 2014, existindo em tese analogia do caso em tela com o hipopituitarismo. No SUS não há PCDT para hipopotitutarismo hipogonadotrófico e nem oferta de TRT para estes casos conforme o CCATES a evidência é fraca a favor do uso da testosterona no tratamento de homens, considerados hipogonádicos, com disfunção sexual. Entretanto a SBU, recomenda seu uso em casos de hipogonadismo hipogonadotrófico.
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