NT 2025.0008084 Mielofibrose Ruxolitinibe - NATJUS TJMG
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Data
2025-10-06
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Resumo
trata se de paciente de 53 anos, com diagn ó stico de
mielofibrose prim á ria fase tardia grau 3 IPSS INT2 c omprovada por
biopsia de medula ó ssea, em 12/2024. BCR ABL negativo; JAK 2
negativo; calreticulina positivo; cari ó tipo NOMA Iniciado tratamento
com hidroxiur é ia em 08/01/2025, devido à esplenomegalia boyd III
dolorosa. Ap resenta esplenomegalia dolorosa at é a cicatriz umbilical,
fraqueza, anemia, mieloblastos em medula ó ssea 9,86 e 5% de blastoss
em hemograma. A sobrevida global adv é m de dois
ensaios clínicos conduzidos há mais de 10 anos (COMFORT I e II), e a mediana
de sobrevida não foi alcançada no grupo que recebeu
ruxolitinibe cogitou se ent o confirmar esse benefÍcio por meio de dados
obtidos em coortes. Além dos custos do medicamento para realidade
brasileira excedem muito o limiar de disponibilidade a pagar da
sociedade, estipulado em 3 vezes o PIB per capita Entretanto cabe
salientar que no SUS os CACON e UNACON s ã o os respons á veis pela
escolha dos protocolos bem como o fornecimento de medicamentos a
serem ofertados à popula çã o. Em 2017 o grupo t é cnico do COSA Ú DE
para aprecia çã o de propostas via Formul á rio Eletr ô nico para as altera çõ es
no Rol de Procedimentos e Eventos em Sa ú de da ANS decidiu pela
incorpora çã o do ruxolitinibe em raz ã o da aus ê ncia de alternativas
terap ê uticas para o manejo da mielofibrose.
Vale ressaltar que o ú nico tratamento que pode possibilitar a cura
da doen ç a é o TCTH, para o qual conforme a inicial o paciente est á
sendo avaliado, mas ainda existe dificuldade em se estabelecer o
melhor momento para sua realiza çã o.