NT 2023.0003524 Dapagliflozina - NATJUS TJMG

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Data
2023-05-11
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Resumo
trata-se de paciente com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 (DM2) de longa data, além de insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal crônica, em acompanhamento com endocrinologista e nefrologista. Dapagliflozina: Inibidor do cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2). A classe de medicamentos (iSGLT2s) está indicada em associação à metformina e/ou a outros antidiabéticos. Os iSGLT2s agem principalmente diminuindo a reabsorção renal de glicose, consequentemente aumentando a excreção urinária, favorecendo a redução da glicemia independentemente da secreção endógena ou da ação da insulina. O representante da classe dos inibidores de SGLT2 disponibilizado pelo SUS sob protocolo para o tratamento da DM2 é a dapagliflozina. As diretrizes atuais recomendam que se houver intolerância a metformina, outra opção para a monoterapia inicial no tratamento farmacológico da DM2 são as gliptinas, os inibidores do SGLT2 ou um mimético do GLP-1 (D). A opção pela prescrição de um fármaco do grupo dos inibidores SGLT2, incluindo a dapagliflozina está em conformidade com as diretrizes. A diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes refere que em pacientes com DM2 sem doença cardiovascular (DCV) ou doença renal estabelecida, o uso de inibidores de SGLT2 deve ser considerado para prevenção de complicações. Essa mesma instituição recomenda ainda o uso dessa classe de medicamentos para pacientes com DM2 com DCV, Insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (≤ 40%) ou DRC com TFG 30-60 mL/min/1,73 m2 ou albuminúria > 200 mg/g. Diversas agências internacionais de avaliação de tecnologia em saúde estudaram a incorporação dos inibidores de SGLT2 (empagliflozina e a dapagliflozina) ao arsenal terapêutico para o manejo do DM2. As agências NICE (Inglaterra), CADH (Canadá), PBAC (Austrália) e SMC (Escócia) recomendam a utilização de medicamentos dessa classe como terapia de intensificação e/ou monoterapia, de forma independente da idade do paciente. A empagliflozina e a dapagliflozina, são intercambiáveis entre si. A dapagliflozina está disponível no SUS através do componente especializado de assistência farmacêutica, grupo 2 de financiamento. O fornecimento dos medicamentos do componente especializado de assistência farmacêutica do grupo 2, é responsabilidade das secretarias estaduais de saúde e do Distrito Federal. Não foi apresentado o valor da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, a taxa de filtração glomerular (TFG), o valor da creatinina, entre outros parâmetros importantes para avaliação de paciente portador de diabetes mellitus tipo 2 (DM2), insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal crônica.
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Palavras-chave
Diabetes mellitus tipo 2, insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência renal crônica, Forxiga® (Dapagliflozina 10 mg)
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