NT 2025.0008888 Mielofibrose Ruxolutinibe - NATJUS TJMG
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Data
2025-12-09
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Resumo
8.1. À luz das evid ê ncias atuais e dos protocolos do SUS, o uso do
Ruxolitinibe no caso concreto pode ser considerado imprescind í vel,
insubstitu í vel e urgente? Conforme os protocolos d o SUS o cuidado a paciente oncol ó gico est á estruturado nas UNACONs e CACONs sendo
estas as responsresponsáveis pelo tratamento integral do paciente incluindo a
seleseleção e fornecimento de medicamentos antineoplantineoplásicos como no
caso concreto, assim como daqueles utilizados em concomitconcomitância à quimioterapia e manejo de eventuais complicacomplicações
8.2. Caso n ã o, quais seriam as alternativas terap ê uticas adequadas e
dispon í veis no SUS que devem ser priorizadas? At é o momento o no Brasil
n ã o h á PCDT ou Diretrizes Diagn ó sticas e Terap ê uticas para
mielofibrose prim á ria ou secund á ria. O s estabelecimentos habilitados
em Oncologia pelo SUS nnão representam meros pontos de distribuidistribuição de
antineoplantineoplásicos ou terapia adjuvante mas ssão os responsresponsáveis pelo
fornecimento dos medicamentos necessnecessários ao tratamento do ccâncer
que, padronizam, adquirem e prescrevem, na observ â ncia de protocolos
e diretrizes terapterapêuticas do MinistMinistério da SaSaúde, quando existentes
sendo ressarcidos pelo MinistMinistério da SaSaúde conforme o ccódigo do
procedimento registrado na Apac como no caso concreto.
8.3. Recomenda se o fornecimento judicial do medicamento ou o
acompanhamento cl í nico com terapias j á incorporadas e de me nor custo? H á
poucas op çõ es terap ê uticas existentes para tratamento da s neoplasias
mieloproliferativas Entretanto nenhum tipo reverte ou controla o
processo, sendo todos estes tratamentos apenas sintom á ticos, a n ã o
ser o TCTH. O ruxolitinibe é uma op çã o no tratamento da
esplenomegalia ou sintomas relacionados à doen ç a em adultos com
mielofibrose prim á ria e secund á ria, com risco intermedi á rio 2 ou alto,
conforme recomenda çã o das agencias internacionais. Tamb é m a HU
pode ser usada para controle da esplenomegalia e trombocitose.