2025.0007300 TEA - ABA - NATJUS TJMG

dc.contributor.authorNATJUS TJMG
dc.date.accessioned2026-05-12T17:46:46Z
dc.date.available2026-05-12T17:46:46Z
dc.date.issued2026-05-07
dc.description.abstractA intervenção comportamental intensiva precoce (como o método ABA) quanto as intervenções desenvolvimentais naturalísticas (como o Método Denver) apresentam benefícios modestos no tratamento do transtorno do espectro autista, sem comprovação científica de superioridade entre elas. Destaca-se que a evidência disponível ainda é limitada e insuficiente para justificar terapias excessivamente intensivas, especialmente quando prejudicam o convívio familiar e social da criança. Também há ausência de evidência científica consistente para tratamentos como canabinoides, antifúngicos, imunoterapia e oxigênio hiperbárico, sendo contraindicado o uso de quelantes. No caso analisado, a prescrição de 16 sessões semanais de terapia foi considerada excessiva e inadequada, recomendando-se apenas acompanhamento regular com psiquiatra infantil.
dc.identifier.urihttps://bd.tjmg.jus.br/handle/123456789/17655
dc.title2025.0007300 TEA - ABA - NATJUS TJMG
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