2024.0006040 AEH - NATJUS TJMG

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2024-08-20
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Resumo
✔ Descrito paciente com diagnostico de angioedema hereditário (AEH) com crises semanais acometendo diversas partes do corpo, muitas delas com risco de morte por edema de laringe, e histórico familiar de angioedema hereditário; e desejo de engravidar ✔ A gravidez pode melhorar, piorar ou não ter impacto sobre a frequência e gravidade dos episódios de AEH, o que torna difícil prever a evolução das pacientes ✔ Alguns autores recomendam cautela com o uso do inibidor de C1 esterase derivado de plasma humano (pdC1 -INH) devido ao efeito pró-trombótico, especialmente em pacientes com histó ria pessoal e/ou familiar de tromboembolismo. A gravidez por si só é um período que predispõe a fenômenos trombóticos ✔ O uso de ácido tranexâmico durante a gravidez pode ser indi cado quando o concentrado de pdC1- INH não estiver disponí vel. ✔ Estudos demonstram pdC1-INH é uma opção terapêutica de pri meira linha indicada para o tratamento de ataques agudos, profilaxia de curto prazo e profilaxia de longo prazo do AEH; no entanto trata se de estudos científicos comparando o pdC1-INH com placebo ( ou seja não fazer nada) e as evidências se baseiam em pequenos ensaios randomizados e outros tipos de estudo, ✔ Não há referência a esse tratamento no PCDT do SUS vigente, de 2018, e que o PCDT recomenda o tratamento com o danazol como agente profilático nas crises de AEH; no caso de gravidez o danazol estaria contraindicado pelo risco de viralização do feto ✔ CADTH, órgão vinculado ao Departamento de Saúde do Canadá, considerou que as terapias medicamentosas para profilaxia de longo prazo de ataque de angioedema hereditário não são custo efetivas para a realidade naquele país; terapia não custo efetiva ✔ Não existem evidências na literatura para recomendar a terapia solicitada
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