NT 2023.0004418 TDHA em adulto Venvanse - NATJUS TJMG
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Data
2024-02-26
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Resumo
Estudos relatam que a terapia medicamentosa associada a
intervenções psicossociais é a maneira mais eficaz de lidar com os
sintomas de TDAH e seus prejuízos. O tratamento farmacológico,
quando necessário, baseia-se principalmente na administração de
substâncias psicoestimulantes do SNC e como referido pelo médico
do caso os medicamentos são sintomáticos e não curativos. Não deve
ser indicado para todos os pacientes, especialmente os com sintomas
secundários a fatores ambientais e/ou outros transtornos psiquiátricos
primários. O tratamento farmacológico, quando necessário baseia-se
principalmente na administração de substâncias psicoestimulantes do
SNC de curta, média e longa duração, como as anfetaminas, MPH e o
LDX (venvanse®) que atuam como agonistas indiretos desses
neurotransmissores. Assim, para a maioria dos adultos com TDAH sem
comorbidades, a primeira linha de tratamento são as anfetaminas, em
vez de outros medicamentos ou TCC. Conforme quadro acima, na
persistência dos sintomas substituir por MPH, constituindo a segunda
linha, atomoxetina, bupropiona, ou antidepressivos tricíclicos (como
nortriptilina), nesta ordem de opções, nem todos ainda testados pela
paciente. Pacientes com TDHA e condições clínicas específicas são
recomendadas as seguintes alternativas como tratamento de primeira
linha no TDHA associado ao abuso atomoxetina; transtorno ativo por
uso de estimulantes, o transtorno deve ser tratado primeiro; depressão
concomitante, tratamento com bupropiona; transtornos de ansiedade
generalizada ou social concomitantes, a combinação de estimulante e
um ISRS – sertralina, paroxetina, citalopram, fluoxetina, como no caso
em tela e pode ser o usado o escitalopran. O ISRS deve ser iniciado
primeiro e o estimulante adicionado após melhora dos sintomas de
ansiedade; déficits proeminentes no funcionamento executivo, e a
abordagem com drogas anfetaminas é complementado pela TCC
monoterapia em pacientes internados ou psicoterapia. No caso não foi
caracterizado o quadro da doente devidamente e nem quais as
alternativas medicamentosas do SUS já usadas.