RT 895 2018 - RANIBIZUMABE - RETINOPATIA DIABÉTICA - edema macular - NATJUS TJMG

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Data
2018-11-29
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Resumo
Nenhum dos medicamentos é capaz de recuperar a visão normal do paciente. Espera se, na melhor das hipóteses, que em 30% dos casos haja discreta melhora ou paralisação do processo de degener ação com o uso do ranibizumabe ou bevacizumabe, mas ainda não há tratamento para reverter completamente o quadro. O medicamento . AVASTIN (bevacizumave) é fornecido pelo SUS para tratamento de DMRI ; pode substituir o LUCENTIS sem prejuízo para o pacient e. Há evidências fracas na literatura de que o tratamento paliativo com antiangiogênicos (Lucentis® ou Avastin®) promova melhora inicial em pacientes com retinopatia diabética com edema macular. Não há comprovação de que os medicamentos Lucentis® ou Avasti n® diminuam o risco de cegueira . Estudos de melhor qualidade são necessários para estabelecer a eficácia e segurança do tratamento e seu resultado em longo prazo. Tanto o ranibizumabe quanto o bevacizumabe têm eficácia semelhante. Caso haja indicação a r ecomendação é do uso do bevacizumabe, nome comercial Avastin® pela sua eficácia clínica semelhante , menor custo e disponibilidade no SUS. Como trata se de medicamento de alto custo a responsabilidade esta a cargo da Secretaria de Estado da Saúde.
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Palavras-chave
RANIBIZUMABE, Retinopatia diabética
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