NT 2074 2020 - Implante percutâneo de prótese aórtica - doença estenose da valva aórtica - NATJUS TJMG
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Data
2021-01-20
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Resumo
Trata-se de ACF, 72 anos,
usuário do IPSEMG, com diagnóstico de estenose aórtica grave e
sintomática, diabetes mellitus, dislipidemia e doença cerebrovascular
(AIT). Com STS score alto com morbi-mortalidade predita de 21,48%.
Em uso de plaq, somalgim, rosuvastatina e glifage. No caso em tela o paciente preenche os critérios de EAo grave com
área valvar aórtica (AVA) de 0,7 cm2 (referência ≤ 1,0 cm2), gradiente
médio VE/aorta ≥ 40 mmHg (referência 40mmHg) ou velocidade
máxima do jato aórtico de 4,34m/s (referência ≥ 4,0 m/s). Entretanto o
que diz no respeito ao risco cirúrgico tem idade menor que 75, não tem
comorbidades renais, pulmonares e hepáticas, e ainda apresenta
doença arterial coronária. Tem STS score de risco de mortalidade de
cirúrgica, calculado pelo próprio médico assistente de 3.699%
caracterizado como risco baixo. Os mencionados 21,488% não é o
risco considerado para score de indicação cirúrgica. Assim, os dados da literatura reforçam o parecer do médico do Dr Fernando de Assis
Figueiredo Júnior, de 09/10/2020, anexado aos documento enviados,
mostram que esse paciente não preenche os critérios de TAVI para
pacientes com EAo grave, de alto risco (classe I, nível de evidência B),
e nem como alternativa à cirurgia em pacientes com risco
intermediário ou alto (classe IIa; nível de evidência B), conforme os
escores STS > 10 e EuroSCORE II>4, feito por avaliação de HEART
TEAM; demonstram que não há no caso imprescindibilidade do uso do
TAVI em detrimento do tratamento cirúrgico clássico de troca valvar aórtica,
No SUS e na ANS o uso do TAVI já foi analisada e não foi
incorporada, não fazendo parte dos procedimentos disponíveis para
tratamento da EAo grave.
Descrição
Palavras-chave
doença estenose da valva aórtica, Implante percutâneo de prótese aórtica (troca valvar aórtica percutânea)