NT 2343 2021 - Vidaza - Síndrome Mielodisplásica- NATJUS TJMG

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Data
2021-07-25
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Resumo
trata-se de paciente com diagnóstico de síndrome mielodisplásica estabelecido em 2020 (classificação do subtipo e score de risco não foram informados). Foi iniciado tratamento com eritropoetina (disponível na rede pública), sem no entanto, obter resposta satisfatória. Permaneceu com alta demanda transfusional, e com baixa resposta às transfusões sanguíneas. Consta que a paciente possui ótimo status performance, mas que vem evoluindo com piora clínica, sendo então indicado o uso de azacitidina 100 mg injetável no subcutâneo, 01 vez ao dia, por 07 dias, a cada ciclo de 28 dias, até progressão da doença. A síndrome mielodisplásica ou mielodisplasia. Apenas cerca de metade dos pacientes tratados com azacitidina têm resposta hematológica, incluindo 10% a 15% com resposta completa. Ademais, a azacitidina não elimina os clones fundadores, que permanecem induzindo hematopoese; portanto, o tratamento não é curativo. A identificação de fatores preditores de resposta e sobrevida é obrigatória para identificar quem poderia se beneficiar. Respostas podem ser encontradas em pacientes com características citogenéticas adversas ou mutações de alto risco, mas pacientes com defeitos bialélicos em TP53 invariavelmente têm resultado pobre”⁵. Custo do medicamento segundo lista de preços máximos de venda ao Governo, publicada em 06/07/2021, página 79, ANVISA, é de R$ 1.045,99 a 1.609,25 por frasco.
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Palavras-chave
Vidaza® (azacitidina 100 mg), Síndrome Mielodisplásica dos subtipos anemia refratária com excesso de blastos (AREB)
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