2026.00010153 - NATJUS TJMG
| dc.contributor.author | NATJUS TJMG | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-15T17:09:05Z | |
| dc.date.available | 2026-07-15T17:09:05Z | |
| dc.date.issued | 2026-06-09 | |
| dc.description.abstract | Diante do conjunto de evidências apresentado, recomendou pela não incorporação no SUS do riociguate para HPTEC inoperável ou persistente/recorrente, devido a ausência de evidências quanto ao uso do riociguate a longo prazo, a sua razão de custo-efetividade incremental e o seu possível impacto orçamentário, além da ausência de fatos que pudessem modificar as recomendações feitas pelo anteriormente. A evidência atualmente disponível sobre eficácia e segurança do riociguate para tratamento da HPTEC persistente/recorrente ou em pacientes inoperáveis é baseada em um único ensaio clínico, com nível de evidência baixo e grau de recomendação fraca. Assim, mesmo a decisão de seu uso em um caso isolado, pode acarretar prejuízos indiretos à saúde da população assistida pelo SUS, já que o dispêndio de recursos para o tratamento com riociguate é elevado pelo alto custo da medicação. Ainda assim é importante ressaltar que o presente caso, carece de dados que caracterize a condição clínica da paciente, bem como sua contra indicação ao tratamento clínico e cirúrgico com os recursos disponíveis no SUS. | |
| dc.identifier.uri | https://bd.tjmg.jus.br/handle/123456789/18023 | |
| dc.title | 2026.00010153 - NATJUS TJMG |