NT 2491 2021 - Método ABA - AUTISMO - NATJUS TJMG
dc.contributor.author | NATJUS - TJMG | |
dc.date.accessioned | 2021-11-12T12:28:35Z | |
dc.date.available | 2021-11-12T12:28:35Z | |
dc.date.issued | 2021-11-05 | |
dc.description.abstract | O transtorno do espectro do autismo (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento de base biológica, caracterizado por déficits persistentes na comunicação e interação social e padrões repetiti vos e restritos de comportamento, interesses ou atividades. Os sintomas tornam-se aparentes quando as demandas sociais excedem as capacidades limitadas. A gravidade é determinada pela deficiência funcional e pode ser crítica na capacidade de acessar os serviços. As estimativas de prevalência variam com a metodologia do estu do e a população avaliada e variam de 1 em 40 a 1 em 500. A prevalência de TEA aumentou ao longo do tempo, especialmen te desde o final dos anos 1990, principalmente como resultado de mudanças na definição de caso e aumento da consciência. Deficiência intelectual, transtorno de déficit de atenção e hiperativi dade e epilepsia são comuns em crianças com TEA. A patogênese do TEA não é completamente compreendida. O consenso geral é que o TEA é causado por fatores genéticos que alteram o desenvolvimento do cérebro, resultando no fenótipo neu rocomportamental. Fatores ambientais e perinatais são responsveis por poucos casos de TEA, mas podem modular fatores genéti cos subjacentes. Trata-se de doença que patogênese não é completamente de finida e dessa forma o tratamento também não é bem definido Programas intensivos de comportamento (como o método ABA) podem melhorar os sintomas básicos de TEA e comportamen tos mal-adaptativos, mas não se deve esperar que levem a funções típicas Os programas intensivos de comportamento exigem alto grau de intervenção (por exemplo, 30 a 40 horas por semana de servi ços intensivos individuais por dois ou mais anos e começan do antes dos cinco anos de idade) para obter maiores ganhos No caso em tela paciente apresenta-se com 05 anos e 10 meses, O método ABA demonstra ser eficaz quando comparados com in tervenções de controle (por exemplo, educação especial), mas não está claro se o ABA é superior a outros métodos de terapia com portamental Existem poucos estudos comparando ABA com outros modelos de tratamento e esses estudos têm limitações metodológicas. Aqueles realizados comparando ABA com um modelo baseado no relacio namento de diferença de desenvolvimento individual (Floortime) e Tratamento e educação de crianças com deficiência física e comu nicação relacionada (TEACCH) não encontraram nenhuma diferen ça na eficácia. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://bd.tjmg.jus.br/jspui/handle/tjmg/12393 | |
dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.subject | Método ABA | pt_BR |
dc.subject | Tratamento de TEA | pt_BR |
dc.title | NT 2491 2021 - Método ABA - AUTISMO - NATJUS TJMG | pt_BR |
dc.type | Other | pt_BR |