NT 34 - 2017 NATS Rituximabe para Síndrome antissintetase

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Data
2018-04-20
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Resumo
O uso do rituximabe é eficaz e seguro para diminuir melhorar os sintomas e a função respiratória e melhorar a sobrevida dos pacientes com pneumonite interstiscial secundária a síndrome antissintetase?O rituximabe é um anticorpo monoclonal depletor de linfócitos B CD20 positivos; não tem indicação de bula para dermatomiosite/síndrome antissintetase.1 Segundo normas vigentes da ANS, as operadoras de saúde não tem obrigação de fornece-lo para essa patologia.A dermatomiosite com síndrome antissintetase pode acometer os pulmões, levando a importante morbidade e mortalidade. Como é doença rara, é difícil haver estudos de alto grau de qualidade para determinar o tratamento mais eficaz. O tratamento usual, baseado em série de casos e experiência de especialistas, é realizado com corticoide e imunossupressores, como a ciclofosfamida. Há relatos de casos também com o uso do rituximabe e estudo de baixa qualidade sugerindo que este pode ser benéfico. No caso específico dessa paciente, que está com a doença pulmonar ativa e grave e, não respondeu a altas doses de corticoide, não pode usar ciclofosfamida e progrediu com o uso da imunoglobulina, o rituximabe pode ser uma opção, apesar da baixa qualidade de evidência apontando o seu benefício. Recomendado para esse caso específico, apesar da baixa qualidade de evidência apontando o seu benefício.
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Palavras-chave
RITUXIMABE, DERMATOMIOSITE AMIOPÁTICA, síndrome antissintetase, pneumonite interstiscial
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